Petros: Ouvidoria é referência
O ombudsman canadense Bernard Richard esteve na Petros no dia 25 de janeiro para a realização de intercâmbio profissional. Ele esteve no País a convite da Ouvidora-Geral da União, Eliana Pinto, e visitou alguns órgãos federais após participar de um evento em Brasília.
Richard, no entanto, fez uma escala estratégica no Rio de Janeiro, onde pôde conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelas ouvidorias da Petros e Petrobras. O desvio no roteiro, explicou Eliana Pinto, é um reconhecimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelas ouvidorias das duas empresas. “Poderíamos escolher qualquer outra, mas vocês são referências no mercado.”
O ombudsman tem percorrido o mundo em busca de know-how. E no caso do Brasil, em particular, declarou-se muito interessado numa característica bastante peculiar: o contato humano com o público. “Na maioria das vezes a ouvidoria acaba entrando no processo burocrático das empresas. Na Petros pude perceber que não é assim.”
Richard disse que seu principal objetivo é resgatar princípios básicos da função como independência, imparcialidade, confidencialidade, transparência, valorização dos princípios éticos e respeito aos direitos humanos. Nesse sentido, avaliou que tais conceitos melhoram o desempenho da alta administração das empresas em geral. Por fim, agradeceu à ouvidora da Petros. “Você [Vanda Ferreira] incorpora todos esses princípios básicos da ouvidoria.” Ao tecer seus comentários elogiosos, o canadense fazia uma referência direta à aproximação da titular da área com os movimentos sociais.
Ela, por sua vez, explicou que a criação da ouvidoria da Fundação é originária de uma demanda dos próprios participantes, em sua maioria aposentados. Entre as entidades fechadas de previdência complementar, a da Petros foi a terceira a ser instituída e tem servido de modelo dentro do sistema porque “somos a primeira com esse modelo de autonomia.” ( Fonte: Petros/AssPreviSite)
|